Tilápia moçambicana

Tilápia moçambicana

Por falta de imagens da tilapia moçambicana colocamos esta imagem de tilápias do nilo vista acima

TAXONOMIA

Nome científico: Oreochromis mossambicus

Reino: Animalia

Filo: Chordata

Classe: Actinopterygii

Ordem: Cichliformes

Família: Cichlidae

Gênero: Oreochromis

Características gerais

Das 70 espécies de tilápias que existem a tilápia de moçambique é uma das que mais se destaca devido às suas características físicas e utilidades para o homem. A tilápia de moçambique é um peixe ciclídeo nativo da África de cor acinzentada e pouco chamativa, pode viver até dez anos, pode ocupar vário tipos de habitats e como sua alimentação é omnívora ela come praticamente de tudo. E por essas características robustas assim como a tilápia do nilo é uma espécie bastante perigosa pois é uma potencial praga quando introduzida em outras regiões tropicais do mundo, e assim podendo prejudicar espécies nativas por predação, competição por alimento e perturbação do habitat e vários outros problemas.

Aquicultura

Como já foi dito anteriormente esta espécie é bastante robusta e se adapta facilmente a quase qualquer ambiente tropical, logo estas características a tornam ideal para aquicultura. Porém a tilápia do nilo é a que mais vem sendo cultivada em todo o mundo devido ao sabor e principalmente ao tamanho pois esta cresce mais rápido e também possui reprodução excessiva.

Hibridização

Para a piscicultura os machos da tilápia são mais adequados pois crescem mais rápido, já que as fêmeas não se alimentam durante a fase de incubação e gastam boa parte de suas reservas energéticas em atividades reprodutivas. Então para a obtenção de machos foi criada a técnica de hibridização para atender as necessidades dos consumidores. Nesta técnica é feito o cruzamento entre a fêmea da tilápia de moçambique com o macho da tilápia de zanzibar e seus descendentes são híbridos machos. Também é feito o cruzamento entre outras espécies de tilápia para a mesma finalidade. Esta técnica vem sendo substituída pela

reversão hormonal

que é muito mais eficiente e apresenta menos riscos ao meio ambiente, já que não corre o risco de introduzir indivíduos híbridos ao meio ambiente.

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